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Imprensa FGFS

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Ouvidoria

A OUVIDORIA da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é o DEPARTAMENTO responsável por receber sugestões, reclamações, observações, críticas e contatos em geral para com a entidade. A OUVIDORIA também é responsável pelas solicitações de NOVAS FILIAÇÕES de clubes, associações e ligas. 

Todos os contatos com a OUVIDORIA devem ser feitos através do e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou pelo telefone (51) 3224-1265.

 

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Filiações

Para ter acesso aos REQUISITOS DE FILIAÇÃO da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO, basta fazer o download do documento abaixo. Em caso de dúvida, entre em contato com a FGFS através do e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou pelos números (51) 3224 1265 e 3228 4731.

 

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Conselho Fiscal

O CONSELHO FISCAL DA FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO, desde o dia 20 de dezembro de 2014, tem a seguinte formação:

 
 
 
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Departamentos

  • PRESIDÊNCIA

A PRESIDÊNCIA da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO fica a cargo do Presidente IVAN RODRIGUES DOS SANTOS, eleito como Secretário-Geral em 21 de dezembro de 2018, e assumindo a presidência, conforme determinação estatutária, no dia 29 de abril de 2019, após afastamento de seu antecessor. Responsável pelas decisões em última instância dentro da entidade máxima do Futsal Gaúcho, o Presidente pode ser contatado pelos seguintes e-mails: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. e This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou ainda pelo telefone (51) 3224-1265.

  • VICE-PRESIDÊNCIA ESPECIALIZADA

A VICE-PRESIDÊNCIA da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é o núcleo responsável pelo suporte nas tomadas de decisões da entidade. Formado pelo VICE-PRESIDENTE VIANEI HAMMES, o setor ocupa uma posição de influência e confiabilidade. O contato, sempre entre segunda e sexta-feira, das 10 às 19 horas, deve ser feito via e-mail, através do endereço This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou ainda pelo telefone (51) 3224-1265.

  • SECRETARIA-GERAL

A SECRETARIA-GERAL da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é o setor responsável pela coordenação das rotinas administrativas e financeiras da entidade, além de exercer atribuições políticas, atuando na representação da FGFS em reuniões e captações de parcerias. O setor ocupa fundamental posição de confiabilidade. O contato, sempre entre segunda e sexta-feira, das 10 às 19 horas, deve ser feito via e-mail, através do endereço This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou ainda pelo telefone (51) 3224-1265.

  • DEPARTAMENTO DE COMPETIÇÕES

O DEPARTAMENTO DE COMPETIÇÕES da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é responsável pela criação, organização e gerência das competições da entidade máxima do Rio Grande do Sul. O setor é responsável pela criação das tabelas de jogos, regulamentos, trocas de jogos, além de operar o controle de dados de cartões e gols. Além disso, o funcionalismo do Departamento de Competições atua como assessoria de imprensa, divulgando dados dos campeonatos nas mídias sociais da FGFS. O responsável pela condução desse departamento é BRUNO KIEVEL. Todos os contatos com o DEPARTAMENTO DE COMPETIÇÕES devem ser feitos através dos e-mails This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. e This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou ainda pelo telefone (51) 3224-1265, das 10 às 19 horas.

  • COORDENADORIA DE FUTSAL FEMININO

O FUTSAL FEMININO conta com uma coordenadoria especializada. Para dar a devida atenção a modalidade, tanto na categoria adulta, como nas categorias de base, a FGFS conta com EDUARDO FAGUNDES e DJIMI FREITAS, os quais possuem grande experiência no assunto. Eduardo e Djimi estiveram a frente do projeto de Futsal Feminino da Fac Sogipa por dois anos antes de assumir as atividades do Futsal Feminino Gaúcho na FGFS.

  • COORDENADORIA DE FUTSAL CATEGORIAS DE BASE MASCULINO

AS CATEGORIAS DE BASE DE FUTSAL MASCULINO também contam com uma coordenadoria especializada. Para dar a devida atenção as tantas categorias, a FGFS conta com GENOAR SOARES como coordenador, fomentando e promovendo novas competições, além de auxiliar na administração dos campeonatos já existentes, visando o aprimoramento e eficácia das atividades desenvolvidas na jurisdição desta Federação.

  • DEPARTAMENTO DE ARBITRAGEM

O DEPARTAMENTO DE ARBITRAGEM da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é gerido por PEDRO EMÍLIO POMAR, responsável por todos os contatos relativos à arbitragem das competições organizadas pela FGFS e todas as demais questões que envolvam os árbitros da entidade. Além disso, Pedro informa sobre cursos e reciclagens de arbitragem da FGFS. Os contatos com o DEPARTAMENTO DE ARBITRAGEM devem ser feitos diretamente pelos e-mails This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. e elton@fgfs.org.br, ou ainda no telefone (51) 3224-1265, sempre entre segunda e sexta-feira, das 10 às 19 horas.

  • DEPARTAMENTO DE REGISTRO E TRANSFERÊNCIA

O DEPARTAMENTO DE REGISTRO E TRANSFERÊNCIA da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é responsável pela inscrição, revalidação e transferência de atletas e membros de comissão técnica dos clubes, além de ser responsável por novas filiações de clubes e associações. O departamento também é o responsável pelo contato com a CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL DE SALÃO - CBFS no que tange as questões pertinentes do DEPARTAMENTO DE REGISTRO E TRANSFERÊNCIA. Todos os contatos com o DEPARTAMENTO DE REGISTRO E TRANSFERÊNCIA devem ser feitos com o Diretor do mesmo, LEANDRO TONHI, pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou ainda pelo telefone (51) 3224-1265, sempre entre segunda e sexta-feira, das 13 às 19 horas.

  • DIRETORIAS REGIONAIS

As DIRETORIAS REGIONAIS têm a finalidade de fazer a devida representação da entidade, amparando e sondando as necessidades e expectativas de clubes de futsal da supracitada região, visando o aprimoramento e eficácia das atividades desenvolvidas na jurisdição desta Federação.

      - REGIÃO NORTE: DIRETOR FÁBIO COSTA | SUBDIRETOR CRISTIANO PEÇANHA CARDOSO

      - REGIÃO SUL: DIRETOR JERRY SANTOS | SUBDIRETOR FELIPE BORGES

      - REGIÃO CENTRO: DIRETOR ERONY PANIZ JUNIOR | SUBDIRETOR FABIANO TEIXEIRA BATISTA

      - REGIÃO FRONTEIRA OESTE: DIRETOR VINICIUS JARDIM OLIANO | SUBDIRETOR LETIERE PANCIERA

  • DEPARTAMENTO JURÍDICO

O DEPARTAMENTO JURÍDICO da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é responsável pelas questões jurídicas que envolvem a entidade. Além disso, o DEPARTAMENTO JURÍDICO é responsável também por estar à disposição dos clubes para eventuais auxílios no que diz respeito a orientações legais esportivas. Os contatos devem ser feitos pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou ainda pelo telefone (51) 3224-1265, sempre entre segunda e sexta-feira, das 10 às 19 horas.

  • DEPARTAMENTO DE PROJETOS E MARKETING

O DEPARTAMENTO DE PROJETOS E MARKETING da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é coordenado por ________________, sendo ele o responsável pelos acordos comerciais envolvendo a FGFS e seus parceiros. Os contatos com o Diretor de Projetos e Marketing da FGFS devem ser feitos pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou ainda pelo telefone (51) 3224-1265, sempre entre segunda e sexta-feira, das 10 às 19 horas.

  • TJD

O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DESPORTIVA da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é presidido pelo Dr. José Cláudio de Carvalho Chaves. O TJD da FGFS é responsável por todas as convocações de julgamentos, execução das audiências e aplicação de penas dos processos oriundos das competições da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO. Os contatos devem ser feitos com o secretário do órgão, Thiago Rios Imperador, pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., ou ainda pelo telefone (51) 3214-6099, sempre entre segunda e sexta-feira, das 13 às 19 horas.

 

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Organograma

A FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO, com a intenção de facilitar ao máximo a informação ao público, divulga detalhadamente o ORGANOGRAMA da entidade. Desta maneira, os interessados em estabelecer contato com a FGFS poderão fazê-lo de maneira direta, objetiva e com a possibilidade de ganhar muito em agilidade e eficácia.

Abaixo o detalhamento do ORGANOGRAMA OFICIAL da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO:

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Histórico

A FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO foi fundada no dia 04 de junho de 1956, na Associação Cristã de Moços (ACM) de Porto Alegre, pelos clubes: Grêmio Náutico Gaúcho, ACM, Americano, Petrópolis Tênis Clube, Flórida, Piratas, Nacional, Sogipa, Grêmio Esportivo Sulbanco.

O primeiro presidente foi Daniel Alves Oliveira. Pela presidência da FGFS passaram Valnyr Goulart Jacques, Oswaldo Caputo, Abrahão Bruno Pinheiro, Fernando Martins, Sérgio Guedes Gishkow, Esperidião Lopes Azambuja, Túlio Casapiccola, Euribíades Benitez, Léo Tubino Fraga, Dárcio da Silva Castro e Cesar Cabral. 

Ao longo da sua história, o Futsal Gaúcho se notabilizou por "revelar" profissionais de primeira linha no cenário nacional. Dirigentes, treinadores e jogadores de alto nível contribuíram, e muito, para fortalecer o Futsal Gaúcho e Brasileiro.

Excelentes atletas como Alexandre Zilles (o Barata), Ivo Giglio, Hormar Abreu, Canhoto, General, Laerte Pinheiro, Pêto, Pedalão, Prestes, Ferreirinha, Isoaldo, Zé Catarina, Régis, Ivo Wortman, Eugênio Portillo, Paulo Portillo, Tupi, Nelsinho, Albinho, Nílvio, Pauleti, Branco, Branquinho, Lico, Biazeto, Gauer, Marquinhos, Larri, Dante, Cocão, Pio, Ivan, Belinho, Morruga, Bagé, Ortiz e Choco.

Quanto aos treinadores, vale destacar nomes como: Abrahão Bruno Pinheiro, Valter Krauchemberg, Luiz Matias Flack, Paulo Sérgio Poletto, Joal Dias (Gato), Laerte Nunes Pinheiro, Juarez Ramon (Joca), Nelson Albuquerque, Luis Pelicer (Espanhol), Alexandre Zilles (Barata), Eugenio Portillo, Paulo Sartor (Sananduva), Jarí da Rocha (Jarico) e Marcos Moraes.

Por revelar tantos jogadores, treinadores e dirigentes, a FGFS tornou-se um importante polo do Futsal Brasileiro. Não é por acaso que a FGFS conquistou o Campeonato Brasileiro de Seleções Adulto em 8 oportunidades.

 

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Apresentação

Filiada a Confederação Brasileira de Futebol de Salão – CBFS, a FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é a entidade máxima da modalidade esportiva no estado do Rio Grande do Sul e responsável oficial pela gerência do Futsal Gaúcho.

A entidade, cuja dispõe de sede em Porto Alegre, promove campeonatos estaduais adultos e de categorias de base no território os quais disputam jogos nos campeonatos estaduais anualmente, de fevereiro a dezembro.

Além da principal competição de futsal do estado, a SÉRIE OURO, a FGFS gerencia a SÉRIE PRATA, a SÉRIE BRONZE, a COPA RS DE FUTSAL e o ESTADUAL FEMININO. Pelas categorias de base, realiza campeonatos desde a categoria SUB 09 até o SUB 20, fomentando e solidificando o futsal desde as mais tenras idades, tanto no masculino como feminino. Além disso, a FGFS é responsável pela estruturação e manutenção da Seleção Gaúcha de Futsal.

Um dos principais desafios da atual DIRETORIA da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO é manter o Futsal Gaúcho no patamar em que merece estar, sendo o futsal mais forte do Brasil. Desde 2015, há um crescimento vertiginoso de novos clubes filiados e, com isso, um fortalecimento de todas as divisões do Futsal Estadual, desde a base, passando pelo feminino e chagando a divisão de acesso da categorias adulta masculina - a SÉRIE BRONZE - que já alcançou a marca de mais de 25 clubes participantes.

Baseada em uma gestão voltada para os clubes e atletas, a FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO aplicará novas estratégias de marketing e comerciais, organização de competições, criação de novos torneios, parcerias com prefeituras, governo estadual e federal, novos conceitos de administração, modernizações tecnológicas, entre outros aspectos que visam o aperfeiçoamento e evolução do Futsal.

A FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO tem uma missão que consiste em "fazer com que o Futsal Gaúcho seja um exemplo de gestão esportiva autossustentável voltada para os clubes e atletas, disseminando, assim, a prática esportiva organizada e funcionando também como uma ferramenta de inclusão social às esferas mais desfavorecidas".

 

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Regras do Futsal

Para ter acesso ao LIVRO NACIONAL DE REGRAS 2020, aprovado pela FIFA, com todas as atualizações das REGRAS DO JOGO, basta clicar no link abaixo:

 

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CLIQUE AQUI E BAIXE O LIVRO

Quadra de Futsal

1 – DIMENSÕES

A quadra de jogo será um retângulo com o comprimento de 40 metros e largura de 20 metros.
As linhas demarcatórias da quadra, na lateral e no fundo, deverão estar afastadas 02 (dois) metros de qualquer obstáculo (rede de proteção, tela, grade ou parede).

2 – A MARCAÇÃO DA QUADRA

Todas as linhas demarcatórias da quadra deverão ser bem visíveis, com 08 (oito) centímetros de largura.
• As linhas limítrofes de maior comprimento denominam-se linhas laterais e as de menor comprimento linhas de meta.
• Na metade da quadra será traçada uma linha divisória, de uma extremidade a outra das linhas laterais, equidistantes às linhas de meta.
• O centro da quadra será demarcado por um pequeno círculo com 10 (dez) centímetros de raio.
• Ao redor do pequeno círculo será fixado o círculo central da quadra com um raio de 03 (três) metros.
• Nos quatro cantos da quadra, no encontro das linhas laterais com as linhas de meta serão demarcados ¼ (um quarto) de círculo com 25 centímetros de raio de onde serão cobrados os arremessos de canto. O raio de 25 centímetros partirá do vértice externo do ângulo formado pelas linhas lateral e de meta até o extremo externo da nova linha.
• As linhas demarcatórias integram e pertencem à quadra de jogo.

3 – ÁREA DE META

Nas quadras, em cada extremidade da quadra, a 06 (seis) metros de distância de cada poste de meta haverá um semicírculo perpendicular à linha de meta que se estenderá ao interior da quadra com um raio de 06 (seis) metros. A parte superior deste semicírculo será uma linha reta de 3,16 (três metros e dezesseis centímetros), paralela à linha de meta, entre os postes. A superfície dentro deste semicírculo denomina-se área de meta. As linhas demarcatórias fazem parte da área de meta.

4 – PENALIDADE MÁXIMA

A distância de 06 (seis) metros do ponto central da meta, medida por uma linha imaginária em ângulo reto com a linha de meta e assinalada por um pequeno círculo de 10 (dez) centímetros de raio, serão marcados os respectivos sinais de penalidade máxima.

5 – TIRO LIVRE SEM BARREIRA

A distância de 10 (dez) metros do ponto central da meta, medida por uma linha imaginária em ângulo reto com a linha de meta, serão marcados os respectivos sinais, de onde serão cobrados os tiros livres sem barreira, nas hipóteses previstas nestas regras. A distância de 05 (cinco) metros do ponto central da meta em ângulo reto com a linha de meta deverá ser marcada com uma linha tracejada de 60 (sessenta) centímetros, paralela a linha de meta, para demarcar a distância mínima em que o goleiro poderá ficar na cobrança dos tiros livres sem barreira.

6 – ZONA DE SUBSTITUIÇÕES

É o espaço determinado na linha lateral, do lado onde se encontra a mesa de anotações e cronometragem, iniciando-se a uma distância de 05 (cinco) metros para cada lado partindo da linha divisória do meio da quadra. Para cada zona haverá um espaço de 5 (cinco) metros identificados com linhas de 80 (oitenta) centímetros, ficando 40 (quarenta) centímetros no interior da quadra e 40 (quarenta) centímetros para fora da quadra. Por entre estas linhas de 80 (oitenta) centímetros os atletas deverão entrar e sair da quadra por ocasião das substituições. O espaço a frente da mesa do anotador e cronometrista com 05 (cinco) metros de cada lado da linha divisória do meio da quadra deverá permanecer livre.

7 – METAS

No meio de cada área e sobre a linha de meta serão colocadas as metas, formadas por dois postes verticais separados em 03 (três) metros entre eles (medida interior) e ligados por um travessão horizontal cuja medida livre interior estará a 02 (dois) metros do solo.
• A largura e espessura dos postes e do travessão serão de 08 (oito) centímetros e quando roliços terão o diâmetro de 08 (oito) centímetros.
• Os postes e travessão poderão ser confeccionados em madeira, plástico, ferro ou material similar e pintados de cor contrastante com o fundo da quadra, de preferência que não sejam fixados ao solo. Os postes e travessão deverão ter a mesma largura e espessura.
• Serão colocadas redes por trás das metas e obrigatoriamente presas aos postes, travessão e ao solo. Deverão estar convenientemente sustentadas e colocadas de modo a não perturbar ou dificultar a ação do goleiro. As redes serão de corda, em material resistente e malhas de pequena abertura para não permitir a passagem da bola. As metas não devem possuir ferro ligando o travessão ao suporte de sustentação.

8 – CONSTRUÇÃO

O seu piso deverá ser construído de madeira, material sintético ou cimento, rigorosamente nivelado, sem declives, nem depressões, prevenindo escorregões e acidentes.

9 – LOCAL PARA REPRESENTANTE

As quadras deverão dispor, obrigatoriamente, em lugar central e inteiramente inacessível aos assistentes, de mesa e cadeiras para que o representante da entidade, o anotador e o cronometrista possam exercer com segurança e tranquilidade suas funções.

10 – LOCAL PARA ATLETAS RESERVAS E REPRESENTANTES

As quadras deverão dispor de dois locais privativos e adequados, situados a margem das linhas laterais ou de meta, inacessível aos assistentes, onde ficarão sentados os atletas reservas que não estejam em aquecimento, técnico ou treinador, massagista ou atendente, médico ou fisioterapeuta e preparador físico das equipes disputantes. A localização dos bancos de reservas deverá ser do mesmo lado da mesa de anotações e da zona de substituições e cada equipe ficará ocupando o banco colocado ao lado da meia quadra onde a equipe está defendendo e guardará, obrigatoriamente, uma distância nunca inferior a 05 (cinco) metros de cada lado da mesa. Quando colocados junto à linha de meta, não deverão permanecer entre os postes e a marcação dos 05 (cinco) metros da linha lateral.

11 – PLACAR OU MOSTRADOR E CRONÔMETRO ELETRÔNICO

As quadras possuirão, obrigatoriamente, em perfeitas condições de uso e visibilidade para o público, atletas, membros da comissão técnica e para a equipe da arbitragem, placar ou mostrador onde serão afixados ou indicados os tentos da partida e o cronômetro eletrônico para controle do tempo de jogo.

 

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História do Futsal

O futebol de salão tem duas versões sobre o seu surgimento, e, tal como em outras modalidades desportivas, há divergências quanto a sua invenção. Há uma versão que o futebol de salão começou a ser jogado por volta de 1940 por frequentadores da Associação Cristã de Moços, em São Paulo (SP), pois havia uma grande dificuldade em encontrar campos de futebol livres para poderem jogar e então começaram a jogar suas ''peladas'' nas quadras de basquete e hóquei.

No início, jogava-se com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe, mas logo definiram o número de cinco jogadores para cada equipe. As bolas usadas eram de serragem, crina vegetal, ou de cortiça granulada, mas apresentavam o problema de saltarem muito e frequentemente saiam da quadra de jogo, então tiveram seu tamanho diminuído e seu peso aumentado, por este fato o futebol de salão foi chamado de “Esporte da bola pesada”.

Há também a versão, tida como a mais provável, de que o futebol de salão foi inventado em 1934 na Associação Cristã de Moços de Montevidéu, Uruguai, pelo professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo esporte de “Indoor-foot-ball”.

Habib Maphuz é um dos nomes que mais se destaca nos primórdios do futebol de salão. Maphuz era professor da ACM de São Paulo e no início dos anos cinquenta participou da elaboração das normas para a prática de várias modalidades esportivas, sendo uma delas o futebol jogado em quadras, tudo isto no âmbito interno da ACM paulista, este mesmo salonista fundou a primeira liga de futebol de salão, a Liga de Futebol de Salão da Associação Cristã de Moços. Mais tarde o professor se tornou o primeiro presidente da Federação Paulista de Futebol de Salão.

Em 28 de Julho de 1954 foi fundada a Federação Metropolitana de Futebol de Salão, atual Federação de Futebol de Salão do Estado do Rio de Janeiro, a primeira federação estadual do Brasil, sendo Ammy de Moraes seu primeiro presidente. Neste mesmo ano foi fundada a Federação Mineira de Futebol de Salão. Em 1955 foi fundada a Federação Paulista de Futebol de Salão. O que se viu a partir de então foi o desencadeamento da origem de federações estaduais por todo o Brasil. Em 1956 as Federações cearense, paranaense, gaúcha e baiana. Em 1957 a catarinense e a norte-rio-grandense, em 1959 a sergipana. Na década de 60 foram fundadas as Federações de Pernambuco, do Distrito Federal, da Paraíba, enquanto na década de 70 tiveram origem as federações acreana, a do Mato Grosso do Sul, a goiana, a piauiense, a mato-grossense, e a maranhense. Nos anos 80 foram fundadas as federações amazonense, a de Rondônia, a do Pará, a Alagoana, a do Espírito Santo e a Amapaense. E, finalmente, na década de 90 vieram as mais novas: Roraimense e a Tocantinense.

As primeiras regras publicadas foram editadas em 1956. As normas foram feitas por Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes, em São Paulo. Juan Carlos Ceriani e Habib Maphuz professores da ACM são considerados os pais do futebol de salão. Este esporte, relativamente novo, é sem nenhuma contestação a segunda modalidade esportiva mais popular no Brasil, somente atrás do futebol, e atualmente o esporte em maior crescimento em todo mundo.

O futebol de salão brasileiro tinha no seu inicio, em meados dos anos cinquenta, várias regras. Foi então que em 5 de fevereiro de 1957 o então presidente da Confederação Brasileira de Desportos, CBD, Sylvio Pacheco criou o Conselho Técnico de Assessores de Futebol de Salão para conciliar divergências e dirigir os destinos do futebol de salão no Brasil.

Foram eleitos para este conselho com mandato de três anos: Ammy de Moraes (Guanabara), Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandez (São Paulo), Roberto José Horta Mourão (Minas Gerais), Roberval Pereira da Silva (Estado do Rio), Utulante Vitola (Paraná).

Neste mesmo ano de 1957, em Minas Gerais, houve uma tentativa de fundar-se a Confederação Brasileira de Futebol de Salão, a ata foi encaminhada ao Conselho Nacional de Desportos, mas o CND não acatou tal ata que foi registrada dia 30 de setembro de 1957 com o nº 2.551. Esta situação como conselho subordinado a CBD perdurou até 1979. Em 15 de junho de 1979 foi realizada a Assembleia Geral que fundou a Confederação Brasileira de Futebol de Salão, tendo sido eleito, para o período 1980/1983, como presidente, Aécio de Borba Vasconcelos.

Em 14 de setembro de 1969, em Assunção, Paraguai, com a presença de João Havelange presidente da CBD, Luiz Maria Zubizarreta, presidente da Federação Paraguaia de Futebol, e Carlos Bustamante Arzúa, presidente Associação Uruguaia de Futebol, foi fundada a Confederação Sul-Americana de Futebol de Salão - CSAFS, também representou o Brasil nesta reunião Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes.

Em 25 de Julho de 1971, em São Paulo numa iniciativa da CBD e da CSAFS, com a presença de representantes do Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai, Peru, Portugal e Uruguai foi fundada a Federação Internacional de Futebol de Salão - FIFUSA, o seu primeiro presidente do conselho executivo foi João Havelange, que comandou de 1971 a 1975, mas devido seus compromissos com o futebol, tanto da CBD, como na FIFA, quem realmente dirigiu a FIFUSA neste período foi seu secretário geral Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes.

Em 1975, Waldir Nogueira Cardoso assumiu a presidência da FIFUSA. A partir de 1980 Januário D'Alécio iniciou sua gestão realizando o 1º Pan Americano de Futebol de Salão no México, com a participação de Brasil, México, Paraguai, Uruguai, Argentina, Bolívia e Estados Unidos, competição vencida pelo Brasil.

Em 1982, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, a Fifusa organizou o 1º Campeonato Mundial de Futebol de Salão, com a participação de Brasil, Argentina, Costa Rica, Tchecoslováquia, Uruguai, Colômbia, Paraguai, Itália, México, Holanda e Japão. O Brasil venceu a final do Paraguai por 1 a 0 com gol de Jackson, foram campeões neste mundial Pança, Barata, Beto, Walmir, Paulo César, Paulinho Rosas, Leonel, Branquinho, Cacá, Paulo Bonfim, Jackson, Jorginho, Douglas, Carlos Alberto, Miral, treinados por César Vieira.

O primeiro mundial foi um marco, a partir de então o futebol de salão começou a despertar o interesse da FIFA, que começou a criar muitas dificuldades para todas as competições patrocinadas pela FIFUSA, e ameaçava nos jornais da época em redigir novas regras para o “futebol de cinco” e noticiava que iria patrocinar um mundial.

Em 1985 realizou-se, na Espanha, o 2º Campeonato Mundial de Futebol de Salão organizado pela FIFUSA. Novamente o Brasil venceu, e, em 1988 foi realizado, na Austrália, o 3º Mundial, com a vitória do Paraguai. Em setembro de 1988, Álvaro Melo Filho, na qualidade de Presidente da CBFS, face as dificuldades da FIFUSA e, projetando um futuro melhor para o futebol de salão, aceitou convite para encontro no Rio de Janeiro, arquitetado pelo dirigente do Bradesco Ararino Sallum, iniciando negociações com o então Presidente da FIFA, João Havelange, e seu secretário geral, Joseph Blatter, que veio ao Brasil especialmente para tratar de futsal, visando que a FIFA encampasse a FIFUSA e passasse a comandar, internacionalmente, o esporte.

Em janeiro de 1989, Álvaro Melo Filho autorizou a equipe do Bradesco a representar o Brasil, na Holanda, na 1º Copa do Mundo de Futsal da FIFA, obtendo o título de campeão mundial.

É interessante assinalar que o Brasil, que havia perdido o último mundial da FIFUSA, realizado em novembro de 1988, recuperou o título no primeiro mundial da FIFA, disputado em janeiro de 89, ou seja, menos de dois meses depois. Logo após este mundial Álvaro Melo Filho, contando com a anuência e presença de Januário D'Alécio (Presidente da FIFUSA), participou de várias reuniões na Fifa, ao longo do ano de 1989, onde sempre teve presença e atuação destacada, dentre outros, do secretario geral da FIFA, à época, Joseph Blatter, tendo as negociações, ao final, acordado a fusão FIFA/FIFUSA, quando então foi constituída, na FIFA, com previsão estatutária, a Comissão de Futsal.

Em 02 de maio de 1990, o Brasil oficial e legalmente desligou-se da FIFUSA em carta do presidente da CBFS, Aécio de Borba Vasconcelos, àquela entidade, com o aval das 26 Federações filiadas a CBFS, e, desde então, passou a adotar as novas regras de jogo emanadas da FIFA, tendo sempre como objetivos principais espraiar e desenvolver o Futsal (desporto de criação nacional) no mundo e levar a modalidade a integrar o programa dos Jogos Olímpicos, sonho de todos os salonistas.

 A partir de 1992 as Copas do Mundo de Futsal da FIFA passaram a ser realizadas de quatro em quatro anos, seguindo o mesmo modelo adotado para o futebol. O domínio brasileiro na modalidade é latente. Os brasileiros, além do título conquistado em 1989, na Holanda, venceram também as edições de 1992 (Hong Kong - China), 1996 (Espanha) e 2008 (Brasil). Enquanto os espanhóis, maiores adversários brasileiros, levantaram a taça em 2000 (Guatemala) e 2004 (Taipei-China).

 

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